sexta-feira, 3 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Willie Mae Rock Camp for Girls, um campo para as férias de Verão, sem fins lucrativos que pretende inspirar no sexo feminino a experiência do Rock and Roll.
Fundado em 2004, inicia-se em 2005 com a New York Society for Ethical Culture in Manhattan, com uma agradável adesão. Em 2007 modifica-se para a Urban Assembly School for Music and Art in Downtown Brooklyn (UAMA). Coadjuvando-se ao programa Urban Assembly (UA), 19 escolas públicas dedicadas ao ensino das Artes, ao nivel preparatório, Dirigido a crianças mais desfavorecidas, oriundas dos bairros nova yorkinos.
O programa é parceiro do departamento de educação de Nova Iorque e financia-se através de organizações publicas e privadas, departamentos da educação pública geral, ou parceiros culturais: the Brooklyn Academy of Music, Pratt Institute, Jazz at Lincoln Center, Smack Mellon Gallery, Eyebeam...
Hip - hop, moda, design, fotografia digital, com um marco de introdução ao uso das novas tecnologias e do sentido empreendedor das variadas formas de expressão artistica. Um estudo da arte cientifica laboratorial com acesso a Djstudios equipados às necessidades. Cada estudante tem acesso a um Appple Macbook. (versão magalhães nas américas)
4 anos de programa, que actualmente abranje crianças dos 9 aos 12 anos, que beneficiam da tecnologia cientifica de programação, de vários sectores, como: the Bill and Melinda Gates Foundation.
O campo de Verão Willie Mae Rock, funciona como uma semana de campo com duas sessões por verão, consiste na instrução de intrumentos musicais, experiencias em grupo de composição musical, e workshops com diferentes tópicos, direccionado a cidadãs de diversas comunidades. Este campo de Verão não é no entanto isento do pagamento de uma quantia pela sua participação, algo simbolico eem acordo com o rendimento familiar.
Todos os anos se organiza um evento especial como: Black women songwriters, Ladies Rock camp, shows de beneficiencia... com a actuação das bandas formadas e convidados especiais.
Estações de infomação como o New York post, The Boston Globe, Spin.com, ou Fox 5 news, assinalam, este evento.
O nome Willie Mae "Big Mama" Thorton, nasceu no Alabama (11/12/1926), cantora e compositora americana uma das primeiras mulheres do "rythm and blues", com sigles que inspiraram Freddie Bell and the Bellboys, de Elvis Presley; ou Janis Joplin on "Ball and Chain" hit dos anos 60.
Inicia-se em 1951 pela Peacock Records e grava singles como Hound a Dog, produzindo com artistas como Johnny Otis. Entra nos tops, R&B como Bilboard...
Fundado em 2004, inicia-se em 2005 com a New York Society for Ethical Culture in Manhattan, com uma agradável adesão. Em 2007 modifica-se para a Urban Assembly School for Music and Art in Downtown Brooklyn (UAMA). Coadjuvando-se ao programa Urban Assembly (UA), 19 escolas públicas dedicadas ao ensino das Artes, ao nivel preparatório, Dirigido a crianças mais desfavorecidas, oriundas dos bairros nova yorkinos.
O programa é parceiro do departamento de educação de Nova Iorque e financia-se através de organizações publicas e privadas, departamentos da educação pública geral, ou parceiros culturais: the Brooklyn Academy of Music, Pratt Institute, Jazz at Lincoln Center, Smack Mellon Gallery, Eyebeam...
Hip - hop, moda, design, fotografia digital, com um marco de introdução ao uso das novas tecnologias e do sentido empreendedor das variadas formas de expressão artistica. Um estudo da arte cientifica laboratorial com acesso a Djstudios equipados às necessidades. Cada estudante tem acesso a um Appple Macbook. (versão magalhães nas américas)
4 anos de programa, que actualmente abranje crianças dos 9 aos 12 anos, que beneficiam da tecnologia cientifica de programação, de vários sectores, como: the Bill and Melinda Gates Foundation.
O campo de Verão Willie Mae Rock, funciona como uma semana de campo com duas sessões por verão, consiste na instrução de intrumentos musicais, experiencias em grupo de composição musical, e workshops com diferentes tópicos, direccionado a cidadãs de diversas comunidades. Este campo de Verão não é no entanto isento do pagamento de uma quantia pela sua participação, algo simbolico eem acordo com o rendimento familiar.
Todos os anos se organiza um evento especial como: Black women songwriters, Ladies Rock camp, shows de beneficiencia... com a actuação das bandas formadas e convidados especiais.
Estações de infomação como o New York post, The Boston Globe, Spin.com, ou Fox 5 news, assinalam, este evento.
O nome Willie Mae "Big Mama" Thorton, nasceu no Alabama (11/12/1926), cantora e compositora americana uma das primeiras mulheres do "rythm and blues", com sigles que inspiraram Freddie Bell and the Bellboys, de Elvis Presley; ou Janis Joplin on "Ball and Chain" hit dos anos 60.
Inicia-se em 1951 pela Peacock Records e grava singles como Hound a Dog, produzindo com artistas como Johnny Otis. Entra nos tops, R&B como Bilboard...
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
A memória evita-se
Se a razão fosse a pura magnitude humana, um momento beneficiente de acção por antecipação aos actos instintivos...Sendo a racionalidade uma máquina que devora ideias para se satisfazer... sentimos prazer em pensar, segundo os objectos que a memória nos ilumina?? Mas porque uma substancia eterna nos mantem com esperança na exterioridade, no viver humano real, satisfazendo-nos constantemente para não nos lembrar-mos da morte...
Esta é a natureza que está associada à magnifica viagem da questão de tudo.
Noutros planetas do nosso universo será a necessidade da máquina devoradora um imperativo? uma afirmação? uma exclamação apenas? Ou será esta exclamação apenas uma essência do mundo animal??
Descubra estas e outras questões em: faltadasciênciasexactas.com
Esta é a natureza que está associada à magnifica viagem da questão de tudo.
Noutros planetas do nosso universo será a necessidade da máquina devoradora um imperativo? uma afirmação? uma exclamação apenas? Ou será esta exclamação apenas uma essência do mundo animal??
Descubra estas e outras questões em: faltadasciênciasexactas.com
sábado, 14 de agosto de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Palcos
Imaginem um palco, em que o cenário e os actos se concretizam no seu espaço pessoal.
O que daria se de uma criação artística, se pode-se constituir, por conjugação de uma realidade mensurável, a conjugação dessa forma artística para uma peça de teatro pareçe absurdo, que não criando ah priori um agente do espaço, que não você, manifestando toda a peça na sua personagem.
Vossa passaria por um conjunto de procedimentos, como o assunto a abordar em questão no tempo determinado em que você estaria actuando durante a peça, os actos, e não poderia assim manifestar essa personagem para um tempo indeterminado como o da vida real.
Você é assim o personagem da sua própria vida, por isso deve-se definir, de forma mais abrangente possível aquilo que deve o homem cria de arte, todos os objectos que acompanham o mundo desde os seus antepassados.
Isto também é absurdo porque você é só a instância psíquica dessa personagem.
E isto é a arte das conjugações espaciais no tempo.
Pode-se dizer que quando você reflecte nas suas acções você está criando novos espaços na sua memória e na sua actividade cognitiva, que vão criar novas dimensões de um mesmo espaço, a mente, que o considerado “real” é o do presente. Mas quanto tempo “real” corresponde realmente ao tempo que contabilizamos pela regulação matemática de astros, exteriores ao nosso espaço psíquico?
Por isso o desenvolvimento da cultura que se considera passado, portanto constante necessidade de avaliação e reforma. Das suas práticas mas também dos seus conteúdos que programam a acção, é essencial para transmitir mais informação e velocidade aos seus processamentos mentais, o que confere maior tangibilidade, maior abstracção e mais elementos para integrarem as suas conjecturas ordenadas de saber.
Assim o multiculturalismo, pelo seu sentido latente de transmissão de vários conteúdos históricos de outras sociedades, manifestando-se pela eficácia da acção da formação, pela actividade e promulgação das Danças, Manifestação própria da sentido antropológico e portanto, cultural, de diversas identidades colectivas, que se aproximam por, essa mesma plasticidade humana da aprendizagem, que é a relevância do meio para a afirmação e para os vínculos conceptuais do mundo se preencham, definam e se equilibram pelo outro, outra identidade. O desconhecido.
O que daria se de uma criação artística, se pode-se constituir, por conjugação de uma realidade mensurável, a conjugação dessa forma artística para uma peça de teatro pareçe absurdo, que não criando ah priori um agente do espaço, que não você, manifestando toda a peça na sua personagem.
Vossa passaria por um conjunto de procedimentos, como o assunto a abordar em questão no tempo determinado em que você estaria actuando durante a peça, os actos, e não poderia assim manifestar essa personagem para um tempo indeterminado como o da vida real.
Você é assim o personagem da sua própria vida, por isso deve-se definir, de forma mais abrangente possível aquilo que deve o homem cria de arte, todos os objectos que acompanham o mundo desde os seus antepassados.
Isto também é absurdo porque você é só a instância psíquica dessa personagem.
E isto é a arte das conjugações espaciais no tempo.
Pode-se dizer que quando você reflecte nas suas acções você está criando novos espaços na sua memória e na sua actividade cognitiva, que vão criar novas dimensões de um mesmo espaço, a mente, que o considerado “real” é o do presente. Mas quanto tempo “real” corresponde realmente ao tempo que contabilizamos pela regulação matemática de astros, exteriores ao nosso espaço psíquico?
Por isso o desenvolvimento da cultura que se considera passado, portanto constante necessidade de avaliação e reforma. Das suas práticas mas também dos seus conteúdos que programam a acção, é essencial para transmitir mais informação e velocidade aos seus processamentos mentais, o que confere maior tangibilidade, maior abstracção e mais elementos para integrarem as suas conjecturas ordenadas de saber.
Assim o multiculturalismo, pelo seu sentido latente de transmissão de vários conteúdos históricos de outras sociedades, manifestando-se pela eficácia da acção da formação, pela actividade e promulgação das Danças, Manifestação própria da sentido antropológico e portanto, cultural, de diversas identidades colectivas, que se aproximam por, essa mesma plasticidade humana da aprendizagem, que é a relevância do meio para a afirmação e para os vínculos conceptuais do mundo se preencham, definam e se equilibram pelo outro, outra identidade. O desconhecido.
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