quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Palcos

Imaginem um palco, em que o cenário e os actos se concretizam no seu espaço pessoal.
O que daria se de uma criação artística, se pode-se constituir, por conjugação de uma realidade mensurável, a conjugação dessa forma artística para uma peça de teatro pareçe absurdo, que não criando ah priori um agente do espaço, que não você, manifestando toda a peça na sua personagem.
Vossa passaria por um conjunto de procedimentos, como o assunto a abordar em questão no tempo determinado em que você estaria actuando durante a peça, os actos, e não poderia assim manifestar essa personagem para um tempo indeterminado como o da vida real.
Você é assim o personagem da sua própria vida, por isso deve-se definir, de forma mais abrangente possível aquilo que deve o homem cria de arte, todos os objectos que acompanham o mundo desde os seus antepassados.
Isto também é absurdo porque você é só a instância psíquica dessa personagem.
E isto é a arte das conjugações espaciais no tempo.
Pode-se dizer que quando você reflecte nas suas acções você está criando novos espaços na sua memória e na sua actividade cognitiva, que vão criar novas dimensões de um mesmo espaço, a mente, que o considerado “real” é o do presente. Mas quanto tempo “real” corresponde realmente ao tempo que contabilizamos pela regulação matemática de astros, exteriores ao nosso espaço psíquico?
Por isso o desenvolvimento da cultura que se considera passado, portanto constante necessidade de avaliação e reforma. Das suas práticas mas também dos seus conteúdos que programam a acção, é essencial para transmitir mais informação e velocidade aos seus processamentos mentais, o que confere maior tangibilidade, maior abstracção e mais elementos para integrarem as suas conjecturas ordenadas de saber.
Assim o multiculturalismo, pelo seu sentido latente de transmissão de vários conteúdos históricos de outras sociedades, manifestando-se pela eficácia da acção da formação, pela actividade e promulgação das Danças, Manifestação própria da sentido antropológico e portanto, cultural, de diversas identidades colectivas, que se aproximam por, essa mesma plasticidade humana da aprendizagem, que é a relevância do meio para a afirmação e para os vínculos conceptuais do mundo se preencham, definam e se equilibram pelo outro, outra identidade. O desconhecido.