Admirável mundo moderno, este mundo de direitos universais
de organizações como a ONU, a Comunidade Europeia, a desenfreada evolução
económica do mundo globalizante, o capitalismo prático da abundância e da
tecnologia da salvaguarda de identidades. Ora este último ponto é exactamente a
evocação dos direitos e deveres do humano em geral da humanidade como um todo,
em relação ao que se passa neste mundo de desigualdades entre os mercenários
deste mundo politico e os seus carrascos opositores, a guerra. Um dos grandes
desafios da actualidade na Europa centra-se nessa guerra entre os ditadores do
mundo árabe, os seus rebeldes e os deuses do mundo ocidental, esses países como
a síria, o Iraque, o Afeganistão são exemplos básicos de “versus de deuses” que
escolheram mal os seus messias. Nesta espécie de concilio dos deuses estão os
refugiados, pessoas como nós que viram as suas vidas retrocederem numa guerra,
fugiram da pólvora e se situam na encruzilhada de dois destinos crus , a morte
rápida pelo barulho de uma bala, ou o afogamento lento das lágrimas que ate já
foram “de Portugal” as lágrimas da saudade de quem partira para um outro mundo
alem do mar noutros tempos, apreciam-se agora como invasoras dos pulmões
sedentos de vida de crianças e adultos, ou melhor os escravos da guerra
moderna. Desde a segunda guerra mundial que não se assistia a tamanha peste.
Estes , são os anónimos que precisam e precisaram dos olhos tecnológicos do
mundo comunicacional para trazer as correntes de consciência sobre os direitos
humanos ao mundo , sobre a sua viabilidade prática em relação aos ditames
“realmente “constitucionais e das organizações mundiais. Estes cidadãos devem
ser protegidos da mesma forma que os seus semelhantes, sem barreiras físicas ou
institucionais. E quanto será hipócrita da parte destes países da união
europeia ao ver estas pessoas subjugar-se a tais ditames, deitar a “mea culpa”
nos mercantis “negros “ do trafico de humanos, não será este mais um problema
resolvido do “mercado” desses países em guerra tentarem apresentar uma solução
por mais que rentável para párias , uma solução para a fome a destruição e a desgraça.
Será assim tão penalizante para os direitos humanos que se pague para fugir a
uma guerra? Ou será que o problema esta na solidariedade de quem vê estes
esforçados cidadãos, quererem asilo num pais com dignidade e isso sempre
incomodou eleitores. Resumindo e esclarecendo, a politica europeia foi tardia
na resolução deste problema, países europeus como a Áustria e a Hungria
demonstraram-se ainda piores no exemplo de ideologias macabras dos direitos
livros que os cidadãos do mundo tem as suas terras, ao fecharem fronteiras e
criarem barreiras, resumindo o planeta pertence a todos os cidadãos do mundo!
Para alem das nações que são espectáculo de conflitos anteriores a estes
direitos e estas organizações, espectáculo de reis e senhores ansiando por
poderes e hedonismos nas suas cortes, este é um mundo de todos, sem limites,
sem fronteiras, um mundo da tecnologia, das ideias hiperbóreas, de toda as
pessoas que querem ser nómadas da vida, seja em contexto de guerras ou de
lazer, as fronteiras e os nacionalismos são em si um entrave ao desenvolvimento
do mundo, e as guerras são os seus marcos. Nós somos um, somos aquele incógnito
que morreu no mar mediterrâneo, somos o governante que elegemos, somos um
individuo dotado de especial natureza complexa, somos o mendigo que vive
naquele centro comercial num sitio não muito longe do conforto de nossa casa, e
esta é a hora de pensarmos como humanidade. Imagine um mundo sem discrepâncias
e onde os direitos humanos são respeitados.
"Esta afirmação parte das recentes declarações públicas do renomado cientista norte-americano Robert Lanza, que sustenta a hipótese de que a morte nada mais é do que um ilusão da nossa consciência que, por sua vez, se encarrega de determinar a forma e o tamanho de todos os objetos do Universo. De acordo com Lanza, que trabalha como professor na Universidade de Medicina de Wake Forest, na Carolina do Norte, "a vida é... apenas a atividade de carbono e uma mistura de moléculas; vivemos durante um certo tempo e depois apodrecemos sob a terra".
No entanto, a morte, segundo o pesquisador, apenas existe para nós, porque os humanos anteriores "nos ensinaram a acreditar que morremos". Neste sentido, a morte não seria nada mais do que uma teoria sem fundamentos e que não pode ser comprovada. Sua teoria sobre o biocentrismo propõe que não existem razões para acreditar que a morte deva ser tão terminal como se acredita. E a biologia, ou seja, a vida, cria a realidade do Universo, e não vice-versa. Desta maneira, a morte, como um corte terminal, não pode existir.
Apesar disso, Lanza admite que o corpo morre, o que é irrefutável. Porém, isso não é suficiente para explicar a existência da morte. Se realmente o espaço e o tempo são ferramentas na nossa mente, coordenadas pela nossa consciência, então a imortalidade existe de fato em um mundo sem limites de espaço e tempo. Esta possibilidade é tratada em teorias da física, pelas ideias de "multiversos", ou seja, múltiplos universos possíveis, em que diversas situações ocorrem de maneira simultânea. Se tudo o que pode acontecer, acontece em alguns destes planos, então, explica Lanza, a ideia da morte não tem sentido de maneira real. Mas então o que acontece quando o nosso corpo morre? "Simplesmente, nossa vida de transforma em uma flor constante que volta a florescer no Universo".