“O rebanho” surge com as sociedades ancestrais, e reverte-se de forma mais complexa na religião, estendendo-se a toda a actividade humana, ao longo dos tempos…
Todas as ideologias são mal compreendidas, constatamos ao longo da história como perecem,e nisto falamos do corrupto á sua compreensão, do criador para as camadas populacionais, ao significado distorcido que se cria.
Todas as ideologias são mal compreendidas, constatamos ao longo da história como perecem,e nisto falamos do corrupto á sua compreensão, do criador para as camadas populacionais, ao significado distorcido que se cria.
As massas não detêm as mesmas correspondências, as mesmas estruturas necessárias para compreender o seu verdadeiro significado, (na ficção, não se conhece os intuitos do herói). São pontos de tangibilidade diferentes.
A noção societal, limita a heterogeneidade intrínseca do ser.
Tudo o que na natureza se cria é único.
Os hiperbóreos são os mal compreendidos, aqueles que as massas geram a agressão e atacam na sua servidão ao conhecimento único de uma época, sem criar uma abertura para a vanguarda do imprevisto, o que é a verdadeira arte, que só o humano consegue expandir.
A noção societal, limita a heterogeneidade intrínseca do ser.
Tudo o que na natureza se cria é único.
Os hiperbóreos são os mal compreendidos, aqueles que as massas geram a agressão e atacam na sua servidão ao conhecimento único de uma época, sem criar uma abertura para a vanguarda do imprevisto, o que é a verdadeira arte, que só o humano consegue expandir.
A ideia inicial de algo novo, essa miscelânea do velho que se faz novo, que não tem vislumbre prático imediato no momento. No fundo porque não passam de criações mentais, as realidades da imaginação, o sentido entre a barreira do mundo físico e metafísico. O início de algo que é inútil ao pragmatismo humano, mas apenas se contempla. A arte é criar o belo, materializado. Como se aplica o belo? Ele não se aplica em nada de útil e prático nesta realidade que nos envolve, ele só pode ser conferido, verificável, pois reside no mundo da valoração. Por isso o belo de uma ideologia, coisa nunca antes criada e utópica, é disfuncional com um lado prático, aplicável, na matéria real.
Este engano da ideologia, relaciona-se com o facto de estas concepções preconizarem o que à priori todo o ser humano tem por inerente como a meta de felicidade a atingir, da perfeição sonhada para a realizada, vai mais que um passo para o homem, são imensos para a humanidade realmente.
O processo mental da radicalidade, (escave bem que a semente está lá), de todas as questões, porque até a mais ínfima deve ser colocada, é essa a via para a consciência global. Esse estado universal é a forma de modificar os sistemas em que o homem se enredou, viajando para a tirania de tudo o que era a sua maior arma, a imaginação, o espírito, a arte. Esta tem vindo a ser consumada, por génios de cada tempo, chame – lhes invenções, essa miscelânea do velho que se faz novo.
O processo mental da radicalidade, (escave bem que a semente está lá), de todas as questões, porque até a mais ínfima deve ser colocada, é essa a via para a consciência global. Esse estado universal é a forma de modificar os sistemas em que o homem se enredou, viajando para a tirania de tudo o que era a sua maior arma, a imaginação, o espírito, a arte. Esta tem vindo a ser consumada, por génios de cada tempo, chame – lhes invenções, essa miscelânea do velho que se faz novo.
E este magnifico universo tecnológico, que nos estranha a natureza, que acentuou divergências culturais em que o interesse imperial, nos arrastou, cedo se houve o chocalhar do ouro, antes de qualquer Messias.
Enfim quando Nietzsche bate à porta só diz barbárie mesmo.
Sem comentários:
Enviar um comentário