Far far way , simples criaturas terrestres já dotadas de fastidiosa cultura fugiam às “humanidades” ao pensamento crítico e livre espírito, eles tinham tanta repulsa pelo seu próprio ser que queriam usando a expressão de super-homem (o niilista), ser essa mesma metáfora e colocar barras de metal na fisiologia.
É desabafo cientifico quando se diz que a civilização se encontra em plena juventude, pois não passa de um revoltado por lhe terem preenchido o cérebro com qualquer coisa que ele próprio nunca mais se livrou… a culpa era do “deus” educere e da deusa “educare”. Um dia aparece o Cristo Curiosidade e inicia-se a façanha colectiva.
FIM
Isto não é mera observação já tão badalada, penso que é uma questão que deve ser combatida até morrer, tal como a questão ambiental.
Imensos artigos e imensas investigações estão em curso todos os dias nos mais prestigiados centros e cubículos experimentais por várias universidades expressão de grande contentamento para a raça, pois deixa-nos num estado litúrgico de satisfação, como se estivéssemos prontos para qualquer guerra travada com a eventualidade.
No entanto Edgar Morin vem reforçar outra questão que acredito não menos badalada quanto à estratificação do conhecimento, apoiando uma reforma do ensino: - "que a condição humana esteja totalmente ausente" do ensino: "Perguntas como 'o que significa ser humano?' não são ensinadas", critica ( entrevista à agência Lusa, simplesmente publicado aqui : http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=31878&op=all (já datada de Maio… para Agosto… visto que as eleições são já em Setembro…)
Tanta crítica se faz, coitada da Sô dona Lurdes, e cá só lhe falta pensar mais em letras (menos em cifrões)e na vontade do Fernão…do que no Magalhães, pois verifico que este último só tira a vontade… de pensar nos Deuses claro… é Preciso que numa só cabeça se misture yingyang… pois as sociedades fechadas não são mais que “fortes professas das suas tradições”.
Quanto mais cresce a ciência, morre na mesma proporção deus e os mitos… deixará o homem um dia de ter crenças? As novas certezas são as novas crenças...
O que acontecerá quando nos acharmos senhores de toda a objectividade?
Será que vamos ser encharcados pela prepotência? Ou sede de infinito?
Não esqueçamos a Grécia e a “douta ignorância”, e volta a mesma luta…
Quando todas as certezas dependem apenas do tempo que nos resta para nos focarmos na sua resolução, e para tal esse tempo será cada vez mais diminuto, pois a máquina trata de tal efeito… Será que um dia chova o indubitável dos céus? E todos os homens achem que nada mais tem mistério?
E se em nada mais ah mistério, para que serve a musica?!
Desde a relatividade ao existencialismo sempre nos confrontamos com paradoxos:
Pois eu vos digo: um único mistério nos salvará, por fim: quando o orgânico se esvai… o único mistério que nos amarrará à própria vida será a indagação da morte.
Visto que divagar faz bem e é coisa constante, também não me enfatizo noutro esforço… assim protesto mais um descontentamento (sou só imagem dos mesmos deuses e prepotência da mesma criação).
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
“This Amazing Stories, isto é só polpa de ficção”:
Etiquetas:
divagar,
edgar morin,
educação,
existência,
português é boa língua
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário