Renega-te adorado homem moderno
Abstraí - te besta sadia, de sentimentos
Não vás tu jogar com teus pensamentos
Brilha porque assim poderás ultrapassar a barreira da física
A química são palavras do teu corpo
Só porque existe o pode saber.
Não vês que ele sempre te fala com os seus desejos
Ele grita quando o magoas, coitado do enfermo
O Inferno é Presente aqui na terra,
É um estado de maioria
O corpo o fardo dos que anseiam a morte
E essa é só a eternidade, porque temeis a eternidade?
Porque na mitologia, as quimeras são eternas
Mas o que é o acaso?
Essa resposta vadia
Tão vaga quanto a vastidão do deserto
Tantos grãos de areia!
Faz um todo…
Os minutos são peças de puzzle que só percebemos na hora da morte,
Os anos passam e os significados invadem-nos
Mas estes são possíveis só pelo intelecto,
Que era da significância
Matemática que nos invade,
Então sem o coração?
O coração é só mais um órgão
Assim nos trai a razão sempre de pelotão
Coloca-nos no poder de nos refutarmos a nós mesmos
E constatar que o Todo é só,
Por acaso...
Também não acredito na ciência, esse é o cúmulo do cepticismo
É só o ego de respostas, a terapia para o desconhecido
Que piada essa
É a sua função: a busca de finalidade… não as descobertas são só por acaso
Não aniquilem o espírito criativo, deixa o E.T. divagar
Afinal tem uma designação: mutações
A felicidade é uma inconstância,
Têm de ser suportada sempre por novos moldes,
Não é uma ataraxia de valores… o divórcio
É só o amor que hoje é mais verdadeiro,
Simplificou-se à afectividade instantânea
Nos romances, é só um peixe fora do aquário.
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